terça-feira, 20 de novembro de 2012

Sou afrodescendente, sou descendente de Zumbi


Temos hoje, dia 20 de Novembro, uma data importante para refletirmos e ainda mais levar essa reflexão para nossas ações cotidianas! Hoje é Dia da Consciência Negra! Mas todos os dias devemos ser conscientes que todos somos seres humanos, independente de cor, raça, religião, opção sexual! Minha palavra é respeito acima de tudo.

O que temos para comemorar? O que temos para refletir sobre essa data?! Qual é o tamanho do nosso preconceito!? Infelizmente ele ainda existe, a juventude negra está morrendo! Nasci branca, mas meu sangue é negro, é índio, e de todas as cores desse país. Sou afrodescendente, dou descendente de Zumbi! 

20 de Novembro
O Dia da Consciência Negra foi estabelecido pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.

LINHAGEM (Carlos Assumpção)

Eu sou descendente de Zumbi
Zumbi é meu pai e meu guia
Me envia mensagens do orum
Meus dentes brilham na noite escura
Afiados como o agadá de Ogum
Eu sou descendente de Zumbi
Sou bravo valente sou nobre
Os gritos aflitos do negro
Os gritos aflitos do pobre
Os gritos aflitos de todos
Os povos sofridos do mundo
No meu peito desabrocham
Em força em revolta
Me empurram pra luta me comovem
Eu sou descendente de Zumbi
Zumbi é meu pai e meu guia
Eu trago quilombos e vozes bravias dentro de mim
Eu trago os duros punhos cerrados
Cerrados como rochas
Floridos como jardins

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

CDHP promove Semana de Combate à Violência contra a Mulher


Por Rose Dayanne

Fortalecer a formação das (os) defensoras (es) de Direitos Humanos e membros de entidades relacionadas nos municípios do estado, sobre o tema “violência contra a mulher”, principalmente em relação à violência doméstica, sexual e institucional. Este é um dos objetivos da Semana de Combate à Violência Contra a Mulher, organizada pelo Centro de Direitos Humanos de Palmas – CDHP, por meio de seu coletivo de mulheres, o Grupo Feminista Dina Guerrilheira.

O evento acontece de 23 a 25 de novembro (Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher), na Escola de Tempo Integral Eurídice Ferreira de Melo, no setor Aureny III, em Palmas. A expectativa é que aproximadamente 200 mulheres, vindas de várias cidades do Tocantins e também de Palmas, participem das atividades.

A abertura será no dia 23, às 19 horas, com a palestra sobre “Lei Maria da Penha e defesa dos Direitos Humanos", com a presença da doutora Lindinalva Rodrigues Costa, do Ministério Público de Mato Grosso e também de representantes do CDHP e do Fórum de Articulação de Mulheres do Tocantins. Já no dia 24, serão realizadas duas mesas redondas, com os temas: "Enfrentamento à violência: doméstica e familiar, sexual, institucional e aspectos culturais na violência de gênero" e "Violência contra as mulheres tocantinenses", essa última com a presença de grupos específicos de mulheres, como negras, quilombolas, jovens, idosas e camponesas. No dia 25, serão realizadas oficinas e ainda a Elaboração da Carta das Mulheres pelo Fim da Violência, com recomendações ao poder público com providências a ser tomadas no combate da violência contra a mulher.

De acordo com a organização do evento, além de fortalecer a formação, a Semana tem o objetivo também de divulgar os dados mais recentes acerca da violência contra a mulher no Brasil e no estado do Tocantins. “O Tocantins é o 12º no ranking de homicídios contra mulheres, e o 2º da Região Norte, de acordo com o Mapa da Violência 2012. Na cidade de Palmas, por exemplo, o crime que mais ocorre, segundo dados do comando da Polícia Militar, não se trata de furtos, assaltos, etc., e sim de violência doméstica. Não estamos falando denúncias, mas de fatos”, ressaltou Patrícia Barba Malves, integrante do Grupo Feminista.

Segundo Patrícia Barba Malves, a escolha do local para a realização do evento se deve ao fato de que a Região das Aurenys é a região onde o crime de violência doméstica contra a mulher é mais freqüente, segundo dados da Polícia Militar.

A semana foi pensada na última assembléia do Movimento Estadual de Direitos Humanos – MEDH, realizada em março deste ano, tendo em vista os altos índices de violência contra meninas e mulheres no Tocantins. São parceiros da atividade o Ministério Público Estadual e a Casa Oito de Março - Organização Feminista do Tocantins. Serão entregues certificados de participação.

Programação

23/11/2012
19 :00h - Abertura do evento e Palestra inicial: "Lei Maria da Penha e defesa dos Direitos Humanos"
Dra. Lindinalva Rodrigues D. Costa – MPE/MT

24/11/2012
9:00 às 12:00h - Mesa Redonda: "Enfrentamento à violência: doméstica e familiar, sexual, institucional e aspectos culturais na violência de gênero."
Dr. José Kasuo Otsuka – MPE/TO
Profa. Bruna Irineu – UFT
Bernadete Ferreira   - Casa 8 de Março
Juliano Correa – MPE/TO
14:00 às 18:00 -  "Violência contra as mulheres tocantinenses" (mesa com participação de mulheres negras, quilombolas, indígenas, jovens, idosas, prostitutas, camponesa, lésbicas entre outros grupos específicos.)
20:30h - Noite Cultural com Malu Lopes e apresentações diversas

25/11/2012
08:30 às 10:00h - Oficinas (Grupo Feminista Dina Guerrilheira e Casa 8 de Março):
 “Mulheres construindo um canteiro Medicinal"
"Poesia e libertação"
"Medidas Protetivas"
“Mulheres e Autonomia financeira: artesanato com recicláveis”
“Mandala das promotoras legais populares”
10:00h - Elaboração da Carta das Mulheres pelo fim da violência
11:30h -  Consolidação e leitura da carta, e encerramento.



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Carta de Rio Branco - Dos Jornalistas reunidos no 35º Congresso Nacionaol


Carta de Rio Branco    
 
Os jornalistas brasileiros, reunidos em seu 35º Congresso Nacional, realizado em Rio Branco (Acre), no período de 7 a 10 de novembro, dirigem-se à Nação Brasileira para expressar suas preocupações relativas ao modelo de crescimento econômico adotado na maioria dos países do mundo, no qual o ser humano, o respeito aos demais seres vivos e a utilização responsável dos recursos naturais do planeta não são a prioridade.

A categoria entende que a mais recente crise do capitalismo reforça a necessidade de a humanidade buscar novos caminhos para o efetivo desenvolvimento dos diversos povos que habitam o planeta, reunidos ou não em nações. A forma predatória de exploração do ser humano e dos recursos naturais do planeta precisa dar lugar ao desenvolvimento com sustentabilidade.

Este é um salto para o qual o Jornalismo e os jornalistas profissionais têm importante contribuição a dar. O Jornalismo Ambiental deve ser difundido até que cheguemos à condição ideal de que todo o Jornalismo seja ambiental. E, para além do jornalismo especializado, o olhar sobre as questões socioambientais – pilares da sustentabilidade – tem de estar presente, transversalmente em toda a cobertura jornalística.

O Jornalismo, como forma de conhecimento imediato da realidade, deve proporcionar aos cidadãos(ãs) brasileiros(as), as informações necessárias para a formação do juízo crítico em relação ao que é comumente apresentado como avanço para a Nação. Desenvolvimento medido pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), por exemplo, não revela os custos socioambientais que quase invariavelmente são gerados.

Para cumprir seu papel social, os jornalistas precisam contar com um ambiente de real liberdade de expressão e de democracia nas comunicações. Assim como os autonomistas acreanos lutaram, no passado, para conquistar seus direitos políticos, transformando o Acre em Estado, os jornalistas lutam pela conquista de autonomia intelectual sobre seu trabalho. Esta autonomia é condição para que o Jornalismo seja meio para a liberdade de expressão dos diversos segmentos da sociedade, em especial da classe trabalhadora.

A categoria, que é protagonista no debate sobre a democratização dos meios de comunicação, reitera a urgência da aprovação de um novo marco regulatório para a área das comunicações, sob a princípio do controle público dos meios, entendido como um conjunto de mecanismos e espaços públicos que atuem no sentido de impedir o predomínio de interesses privados em detrimento do interesse geral da sociedade. Para isso, conclama a presidenta Dilma Rousseff a levar adiante as propostas aprovadas na Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada em 2009.

Entre estas propostas, os jornalistas destacam a criação do Conselho Nacional de Comunicação, a aprovação de uma nova Lei de Imprensa para o país e a necessidade de aperfeiçoar a regulamentação da profissão de jornalistas, tendo como base a criação do Conselho Federal e Conselhos Regionais de Jornalistas (CFJ) e, ainda, a retomada da exigência da formação de nível superior em Jornalismo para o exercício da profissão, com a aprovação na Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), já aprovada no Senado.

Neste sentido, os jornalistas repudiam todas as tentativas de classificar como autoritárias as propostas de regulamentação da profissão de jornalista e do setor das comunicações, manipulação promovida pela mídia conservadora que, frequentemente, também atua contra os governos progressistas da América Latina.

Os jornalistas brasileiros também precisam de condições dignas de trabalho. Por isso reivindicam a aprovação da lei federal que cria o Piso Nacional da Categoria e o respeito à jornada de trabalho de 5 horas diárias e às demais normas estabelecidas na CLT, para por fim à crescente precarização das relações de trabalho.

A categoria reivindica a implementação de um protocolo nacional, a ser celebrado com os empregadores, contemplando o Piso Nacional, o respeito aos direitos de autor dos jornalistas e medidas para garantir a segurança dos trabalhadores no exercício da profissão.

Os jornalistas somam-se ao esforço de resgate da dívida histórica para com aqueles que foram vítimas de violências praticadas pelo Estado Brasileiro quando sob domínio da ditadura militar e o fazem por meio da criação da Comissão Memória, Verdade e Justiça da FENAJ.

Por fim, os jornalistas brasileiros reafirmam seu compromisso com promoção da igualdade de gênero e etnicorracial, entendendo que os grupos sociais historicamente discriminados têm o direito de desfrutar do binômio justiça e desenvolvimento. Reafirmam também o compromisso com a observância de seu Código de Ética, com a defesa das liberdades de expressão e de imprensa e do direito do cidadão (ã) à comunicação, ressaltando o papel fundamental do Jornalismo na consolidação da democracia e da cidadania.

Rio Branco, 10 de novembro de 2012.

Plenária Final do 35º Congresso Nacional dos Jornalistas

Seminário Regional sobre agrotóxicos acontece em Augustinópolis, dia 22

Organizações não-governamentais do Bico do Papagaio realizam no dia 22 de novembro, na sede da ACOMJUC - Associação da Comunidade  dos Jovens Unicos a Cristo, em Augustinópolis, o I Seminário Regional sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde e Ambiente.
O evento tem como objetivo sensibilizar a população sobre os prejuízos causados pelo uso excessivo dos agrotóxicos à saúde humana e ao meio ambiente, e ainda alertar sobre a importância do consumo consciente e alternativas de produção com base agroecológica.
A programação inicia às 8 horas com uma mesa de abertura, seguida pela palestra “Modelo agrícola em disputa: agronegócio e agroecologia”, ministrada por Alan Tygel, representante da Coordenação Nacional da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida. Às 10 horas, o professor Wanderlei Pignati da Universidade Federal do Mato Grosso faz palestras com o tema “Os impactos dos agrotóxicos na saúde e no ambiente".
Já no período da tarde, serão realizadas duas mesas de debate com os temas “Diagnóstico da situação do uso de agrotóxicos no Tocantins” e “Ações desenvolvidas pelo Poder Público estadual e sociedade civil sobre os agrotóxicos” com a participação de representantes do Comitê Estadual, Nacional, Governo do Estado e organizações não-governamentais.
Ainda durante o Seminário será lançada a campanha Contra os Agrotóxicos e Pela Vida com a criação do Comitê Regional da campanha. De acordo com a organização do evento, a expectativa é que cerca de 100 pessoas de diversos municípios da região participem do Seminário, entre estes agricultores familiares, quebradeiras de coco, pescadores, representantes do poder público e organizações não-governamentais.
O Seminário é organizado pela Alternativas para a Pequena agricultura do Tocantins (APA-TO), Fetaet – Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais na Agricultura do Tocantins, AMB – Associação das Mulheres Trabalhadoras Rurais de Buriti , Miqcb – Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu, ASMUBIP- Associação Regional das Mulheres Trabalhadoras Rurais do Bico do Papagaio, COOAF-Bico – Cooperativa de Produção e Comercialização dos Agricultores Familiares Agroextrativistas e Pescadores Artesanais de Esperantina Ltda, Comissão Pastoral da Terra (CPT), Diocese de Tocantinópolis Pastorais Sociais, em parceria com Prefeitura de Augustinópolis e apoio da Cese – Coordenadoria Ecumênica de Serviços, Cáritas Brasileira e Misereor (organização internacional)

Campanha

O Comitê Estadual da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida foi criado em dezembro de 2011 e é composto por 33 organizações da sociedade civil e órgãos governamentais. A Campanha Nacional Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida foi lançada no dia 7 de abril de 2011, no Dia Mundial da Saúde, por mais de 30 organizações sociais com o objetivo de denunciar a falta de fiscalização e os efeitos prejudiciais dos agrotóxicos, defendendo alternativas como a agroecologia.
 Confira a programação:
 08h – Mesa de abertura
 09h - Palestra: Modelo agrícola em disputa: agronegócio e agroecologia
Alan Tygel – Representante da Coordenação Nacional da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida.
10h - Palestra: "Os impactos dos agrotóxicos na saúde e no ambiente"
Prof. Wanderlei Pignati da UFMT e membro do GT Ambiente/Trabalho da ABRASCO – Associação Brasileira de Saúde Coletiva.
11h – Debate
12h – Intervalo para almoço
 13h30 – Mesa redonda: Diagnóstico da situação do uso de agrotóxicos no Tocantins
Levantamento do Uso do Agrotóxico no Bico do Papagaio - Selma Yuki Ishii: Coordenadora do programa de manejo de agroecossistemas da APA-TO
 Apresentação dos resultados do Estudo do Programa de Resíduos de Agrotóxicos nos Alimentos (PARA) - Sra. Carla Lima- Veterinária da Vigilância Sanitária Estadual
14h15 – Debate
 15h - Mesa redonda: Ações desenvolvidas pelo Poder Público estadual e sociedade civil sobre os agrotóxicos
Sra. Flávia Medina-Fisioterapeuta do Centro de Referência Estadual em Saúde do Trabalhador e representante do comitê estadual da campanha
Sra. Edna Soares-Gerente do Programa de Vigilância de populações expostas a contaminantes químicos, da Coordenação de Vigilância Ambiental
Selma Yuki Ishii: Coordenadora do programa de manejo de agroecossistemas da APA-TO
Alan Tygel: Representante da Coordenação Nacional da Campanha
16h – Debate
 16h45 - Formação do Comitê Regional da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida
 18h – Encerramento

Mais informações: Comissão Organizadora, Yuki Ishii – APA-TO, (63) 3456-1407 ou 8488-6189

Por Flávia Quirino

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Cine Sem Tela exibe filme “Quilombo” e realiza debate sobre dia da Consciência Negra

Neste domingo, 11, o Cine Clube Cine Sem Tela exibirá o filme brasileiro “Quilombo”, de Cacá Diegues, às 19h30, no Quiosque do Gaúcho, no centro da Praça da Quadra 110 sul.

No final da exibição, será realizado um debate com foco no Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro no Brasil, um dia para lembrar a resistência do negro à escravidão no país e sua inserção na sociedade brasileira. A escolha da data é uma homenagem ao grande líder Zumbi dos Palmares, morto em 20 de novembro de 1695.

O debate contará com a presença do angolano e professor do Curso de Economia da UFT, Francisco Esteves e do professor de História da UFT, Paulo Fernando.

O filme de Cacá Diegues conta em seu elenco com atores como Antonio Pompeu, Tony Tornado, Antonio Pitanga, Zezé Motta, Vera Fischer, Maurício do Valle e Daniel Filho. De acordo com o site Cine Click, Quilombo foi filmado em 1984 e retrata como era a vida no Quilombo de Palmares, quando por volta de 1650, um grupo de escravos se rebela num engenho de Pernambuco e ruma ao Quilombo dos Palmares, onde uma nação de ex-escravos fugidos resiste ao cerco colonial. Entre eles, está Ganga Zumba, príncipe africano e futuro líder de Palmares. Seu herdeiro e afilhado, Zumbi, contestará as idéias conciliatórias de Ganga Zumba, enfrentando o maior exército jamais visto na história colonial brasileira. Quilombo foi inspirado nos livros "Ganga Zumba", de João Felício dos Santos, e "Palmares", de Décio de Freitas.

Próximas exibições
Dia 18, o Cine Sem Tela exibirá a animação com "Up Altas Aventuras" e no domingo seguinte, dia 25 de novembro, Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher, será exibido o documentário brasileiro “Anjos do Sol”, em parceria com a Organização Feminista Casa 8 de Março e com a presença de representantes de grupos feminista do Tocantins. 

-- Rose Dayanne Santana
Articuladora do Cine SemTela

Você já assinou a petição da Loja Marisa?

Ei, você já assinou a petição que exige que a Loja Marisa faça um comercial que valorize as mulheres de todos os tamanhos e cores!? 

A Loja Marisa divulgou um comercial que propaga uma mensagem perigosa às mulheres e principalmente às meni

nas e adolescentes que estão dispostas a tudo para emagrecer e são vulneráveis à bulimia e anorexia. Ele diz que vale a pena se sacrificar, passando meses com "refeições menos alegres" e que "tudo vale a pena para chegar bem ao verão".

Assine e compartilhe!





domingo, 28 de outubro de 2012

Chegamos às 500 assinaturas

Chegamos às 500 assinaturas na petição que exige que a Marisa faça comerciais inclusivos, ou seja, que contemplem a diversidade da mulher brasileira e não simplesmente a exclua! Gostaríamos de agradecer a todxs apoiadorxs que levantaram nossa bandeira e aqueles que embora falando mal e nos criticando, ajudaram-nos a disseminar a nossa ideia, mesmo sem querer. Nosso muito obrigada também a Change.Com ... Há braços coletivos na luta!

http://www.change.org/marisa